| O período de latencia e a adolescência | ||||||||||||
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Marilita Lucia Calheiros de Castro Após as fases pré-genitais a criança entra no período de latencia e na adolescência, onde ocorrerá a genitalidade definitiva, completando-se assim o desenvolvimento psicossexual. O período de latencia Esta etapa começa entre os 6-7 anos (não havendo, entretanto, uma delimitação etária rígida) e se estende até a puberdade (10 -11 anos). Caracteriza-se por uma certa “acalmia” em relação à fase precedente. O período de latencia é o produto direto da proibição do incesto que marca a resolução do Édipo e institui a lei da exogamia. Isto é, o sujeito renuncia à satisfação das pulsões sexuais com os pais e é obrigado a voltar-se para objetos que não pertençam à sua estrutura familiar primária (exogamia).Não se trata de uma interrupção do desenvolvimento sexual, já que é evidente que as crianças têm manifestações sexuais neste período. Durante a latencia, ocorre um contato intenso com múltiplos objetos, reais e concretos, que funcionam como substitutos dos objetos primários (mãe, pai, irmãos). Tais substituições são feitas através do mecanismo do deslocamento É o período da socialização, do relacionamento com professores, colegas, etc., do início da escolaridade e do aprendizado das operações matemáticas e gramaticais. Produziu-se não apenas um deslocamento das pulsões para outros objetos, mas também uma mudança no alvo pulsional. Em vez da satisfação sexual, busca-se a satisfação pulsional através de elementos socialmente valorizados, como a investigação intelectual e as atividades lúdica e artística. A isto se denomina de sublimação. Entretanto, a energia que impulsiona tudo ainda é sexual, embora seja deslocada e transformada em outros interesses. Concomitantemente, observa-se uma dessexualização dos relacionamentos de objeto, passando a haver uma predominância dos sentimentos de ternura em substituição aos eróticos. Outro processo psíquico característico desta época é a formação reativa, que consiste em assumir uma atitude ou hábito contrário a um desejo recalcado e que se constitui em reação contra esse desejo. Por exemplo, as atitudes de pudor exagerado que indicam uma luta contra impulsos exibicionistas. O período de latencia se instala pela impossibilidade de tornar efetiva a satisfação das pulsões sexuais. Tal impossibilidade decorre da própria imaturidade somática do sujeito como da proibição do incesto. Ao entrar na latencia, o supereu ou consciência moral, já deve estar plenamente constituído. Isto se dá com a resolução do Édipo e por isto se diz que o “supereu é o herdeiro do complexo de Édipo”. É justamente a aquisição desta consciência moral o que provoca os deslocamentos e as mudanças no alvo das pulsões. A instalação do supereu ou superego se dá através da introjeção das proibições paternas e da sociedade na qual a criança se desenvolve. Aqui atua a repressão, a princípio exercida de fora para dentro, através da lei, do choque entre os desejos infantis e as proibições dos adultos. Posteriormente, não há mais necessidade dessa instância externa posto que ela é internalizada pelo sujeito, na forma de superego. A repressão passa a ser um mecanismo do próprio ego do indivíduo.As tendências edípicas continuam presentes, mas encontram-se deslocadas, modificadas --- porém, jamais desaparecidas. A curiosidade da criança desta idade não é exclusivamente sexual, como na fase anterior, orientando-se para diversos fins e tendendo a incorporar conhecimentos que são de utilidade social. Nesta época surge uma certa ambivalência entre a obediência e a oposição aos pais e uma aproximação com outras crianças, sobretudo com as de mesmo sexo.<> A puberdade Trata-se de um período breve e intermediário marcado pelo aparecimento das primeiras poluções e da menarca. Caracteriza-se por transformações de natureza psicofisiológica, ligadas a maturação sexual. Ocorre uma verdadeira inundação pulsional do aparelho psíquico, fortalecida pelas transformações endócrino-somáticas.<> Neste período assistimos à instalação das operações formais do pensamento (dos 11 aos 15 anos), que se expressam através da capacidade de compreensão lógica e abstrata. Já são capazes de formar teorias, compreender metáforas, pensar a respeito do futuro e emitir suas próprias opiniões a respeito dos fatos. Ao final do período as crianças possuem as mesmas capacidades mentais dos adultos. <> Há uma revivescência de conflitos edipianos que estavam adormecidos durante a latencia, e de outros ligados à identificação e ao<> narcisismo. Tais conflitos se caracterizam por sentimentos de dúvida e angústia --- sobre o corpo (tamanho, estética), o sexo (autenticidade, capacidade), o “si mesmo” (sentimentos de despersonalização e estranheza). Tudo isto pode levar a distúrbios hipocondríacos transitórios, angústias, preocupações e dúvidas.<> Tanto o garoto quanto a garota apresentarão uma atitude diferente em relação ao seu esquema corporal. O menino continuará atribuindo uma supervalorização narcísica a seu pênis, enquanto a menina investirá todo o seu corpo desse mesmo interesse narcísico. Ela começa a se preocupar com a silhueta, a aparência do rosto, os cuidados com a limpeza e com o vestir.<> A adolescência O amadurecimento físico produz no adolescente profundas alterações no aparelho psíquico. Este amadurecimento proporciona ao sujeito a possibilidade efetiva de concretizar a sexualidade genital. Com efeito, a grande massa de energia pulsional que foi pré-genital durante todo o período infantil, sobretudo devido à insuficiência dos aparelhos genitais, tem agora, na adolescência, a ocasião de ser satisfeita. A libido, energia sexual, tende a se concentrar predominantemente no aparelho genital. Estas transformações, determinadas pela biologia, terão inevitáveis conseqüências nas áreas afetiva, cognitiva e pragmática do adolescente.<> Este processo deverá, inevitavelmente, se defrontar com o grupo social onde vive o adolescente, grupo que tenderá a formar, canalizar e impor um conjunto normativo de regras, sob a forma de modelos de comportamento, costumes, leis, práticas e rituais diversos que, sem dúvida, moldarão a personalidade definitiva do futuro adulto.<> Entretanto, esta moldagem é sumamente complexa, já que o jovem se vê obrigado a conciliar suas necessidades pulsionais com as normas sociais que aprendeu na infância, e com as que encontra agora no contexto social em que atua.<> Vejamos alguns fenômenos típicos da adolescência:<> 1 A masturbação É muito freqüente nesta época, embora, como vimos, não se reduza a ela. Esta atividade masturbatória pode parecer própria do período e sem qualquer antecedente na história do sujeito. Porém esse tipo de prática foi precedido por análogas experiências infantis. Acontece que na adolescência, todas as outras manifestações auto-eróticas pré-genitais (orais, anais e fálicas) vão sendo progressivamente associadas à genitalidade. O ato masturbatório é realizado aqui, com fantasias cada vez mais genitais. Vemos então, que na adolescência, a masturbação é considerada como um passo intermediário, um ensaio sensório-motor anterior ou contemporâneo ao exercício da atividade sexual adulta. Entretanto, apesar de ser sentida pelo jovem como uma atividade necessária e imperiosa, ela costuma ser bastante reprovada pelo grupo social, gerando fortes sentimentos de culpa. A maior parte das vezes, será este sentimento de culpa o responsável por alguns transtornos psicopatológicos, mas nunca a masturbação em si mesma.<> O mais comum é que esta atividade seja usada pelo adolescente como uma atividade defensiva frente a ansiedade. Com efeito, o adolescente vítima do conflito entre suas tendências pulsionais e o grupo social, alterna períodos de intensa luta contra os outros com crises de isolamento. Estas últimas podem se organizar como verdadeiros estados esquizóides ou depressivos, levando-o a buscar no prazer auto-erótico uma espécie de compensação gratificante que o ajude a suportar, momentaneamente e sempre na fantasia, o frustrante mundo adulto.<> Destacamos particularmente o componente fantástico-imaginativo que acompanha a atividade masturbatória, componente que aparece de forma exacerbada durante toda a adolescência. Freqüentemente, o diálogo com jovens da mesma idade permite que a masturbação seja um articulador a mais no engajamento social do adolescente.<> 2 A escolha de objeto e a relação de objeto Durante todo o período de latencia, a libido deslocou-se fundamentalmente dos objetos primários, trocando o alvo pulsional e encontrando satisfação em elementos altamente sublimados. No começo da puberdade há um reinvestimento libidinal nos objetos da primeira infância, só que o aparelho psíquico não é o mesmo dos primeiros anos. Agora, toda a luta será entre uma tendência a uma escolha objetal primária, carregada de libido genital com possibilidades fisiológicas reais de efetivação, e uma tendência oposta, cujo sentido é o de fazer desaparecer, deslocar e transformar esta escolha objetal numa outra que esteja de acordo com as normas de exogamia impostas pela proibição do incesto, na fase edipiana. De um modo geral, podemos dizer que uma multiplicidade de defesas se põem em movimento nesta luta. O jovem passa por períodos esquizóides de introversão, geralmente circunstanciais, mas que, em alguns casos, podem desembocar no autismo esquizofrênico.<> Outra forma de defesa é a revolta juvenil contra toda a autoridade, principalmente a dos pais. O adolescente recusa-se a obedecer e questiona ativamente a autoridade. Este repúdio é correlato à legitimação de si mesmo como autoridade e, portanto, somente ele pode decidir o que é bom e o que é mau. Só ele tem o direito de determinar o que é liberdade ou não. A revolta não se localiza apenas no âmbito familiar, mas se volta contra tudo o que representa um conservadorismo cultural. São agredidas as escolas, a religião, a sociedade em geral.<> Entretanto, um dos elementos mais notáveis e que mais chama a atenção na relação de objeto do adolescente é que o comportamento acima descrito coexiste com uma forte nostalgia da infância. A revolta juvenil possui, entre outras características, a qualidade de ser uma negação de toda a dependência. Porém, é justamente o conforto e a segurança proporcionados pela infância que são sentidos como falta.<> Isso aparece em diversos níveis, levando o sujeito a ter que elaborar verdadeiros lutos<> a) Luto pela infância que vai embora;<> b) Luto pelos pais que já não proporcionam mais a segurança e o aconchego como antes;<> c) Luto pelo corpo, que modificando-se dia a dia, deixa para trás formas que jamais serão recuperadas.<> Em meio a esta tormenta emocional, o adolescente entra num período de contestação absoluto, e todo pai sabe que este comportamento visa apenas irritar o adulto ao qual ele contesta. Isso tem a finalidade de defendê-lo dos sentimentos de desvalorização e inferioridade. Esta contestação pode atingir níveis limite e até patológicos, com fugas para subtrair-se a imposições percebidas como intoleráveis. Tais fugas podem ser motoras (o jovem deixa o ambiente familiar) ou/e perceptuais (provocadas pelo consumo de drogas alucinógenas). Às vezes, este afastamento é mais completo e conduz a algum tipo de delinqüência.<> Qualquer que seja o caso, o resultado final será a escolha de objetos diferentes dos de sua infância. Freqüentemente os afetos por pessoas da mesma idade são intensos mas passageiros. Nesta fase, apaixonar-se não significa buscar primordialmente o contato sexual. O amor adolescente é uma tentativa para se chegar a uma identidade própria, mediante a projeção de sua imagem numa outra pessoa. Boa parte do amor adolescente se constitui em conversação. E os pais sabem muito bem o quanto lhes custa em contas de telefone. Outras vezes, a escolha recai sobre uma pessoa mais velha ou bem mais velha, que representa um substituto parental e que, na maioria das vezes, é utilizada como intermediária no processo de amadurecimento. Raramente esses objetos são definitivos.<> 3 A formação de grupos Este fenômeno é explicado pela necessidade de apreensão do mundo numa dimensão diferente do marco familiar ou escolar. O grupo oferece ao adolescente a possibilidade de múltiplas identificações, bem como uma descentralização do interesse voltado para si próprio. Outro efeito importante da participação em grupos é a constatação e a experimentação de uma gama variada de formas de observação e de atuação. Ligado a isto, o grupo oferece ao adolescente um lugar no qual ele terá que se adaptar a uma disciplina, dentro de um consenso de aceitação mútua. Quando em grupo, os adolescentes podem ser intolerantes e cruéis com outros considerados diferentes (cor da pele, vestuário, aparência física, etc.). Aqui a intolerância parece ser uma defesa contra o sentimento de perda de identidade.<> Algumas vezes, os grupos são formados por pessoas do mesmo sexo, com a finalidade ostensiva de fugir ao “perigoso” contato com o outro sexo. Dentro deste contexto, a primeira escolha do adolescente para um relacionamento amoroso ou de amizade, é freqüentemente homossexual, sendo comum às experiências homossexuais ocasionais. É necessário compreender que, tanto dinâmica quanto fenomenologicamente, a homossexualidade adolescente não é necessariamente definitiva. Na maioria das vezes, essa conduta é temporária, representando um esforço adaptativo do aparelho psíquico e enquadrando-se na situação geral de timidez frente ao sexo oposto, característica dessa idade.<> A formação da identidade O eu se constitui através das identificações com os modelos disponíveis. Entretanto, quando a criança é muito pequena, o protótipo deste mecanismo é a introjeção. Este é o mecanismo responsável pela incorporação primitiva da imagem de outrem e depende, para sua integração, da relação satisfatória existente entre o adulto assistente e a criança assistida. Uma experiência boa fornecerá à criança um polo seguro a partir do qual ela poderá alcançar o outro: seus primeiros objetos de amor, fora da família.<> À medida que o bebê vai se desenvolvendo, no final do primeiro ano, este mecanismo primitivo vai ser substituído pela identificação. Tal mecanismo faz com que, em diversas fases de seu desenvolvimento, as crianças absorvam aspectos parciais das pessoas que estão mais diretamente relacionadas a elas. Ao chegar à adolescência, dá-se a formação da identidade que surge do repúdio seletivo e da assimilação mútua de identificações da infância, e da absorção destas numa nova configuração própria de um indivíduo específico. Este processo vai depender também da forma pela qual a sociedade identifica o jovem, reconhecendo-o e aceitando-o como tal.<> A identidade final, fixada no fim da adolescência, abrange todas as identificações significativas mas também as altera de modo a constituir com elas um todo único e coeso.<> O risco de suicídio A adolescência constitui-se em uma etapa de risco em relação ao suicídio. Trata-se de uma época de conflitos e contradições para a maioria das pessoas e, se o jovem estiver inserido em um grupo familiar que também está em crise por separação dos pais, violência doméstica, alcoolismo, doença física ou morte, este risco torna-se maior. 4 Os ritos de iniciação Todas as sociedades foram confrontadas com as crises da adolescência. As chamadas sociedades primitivas, geralmente enfrentam a adolescência com métodos rígidos e socializados, onde a parte deixada ao indivíduo é bastante reduzida.<> Nestas sociedades, os ritos de iniciação ou de passagem têm a finalidade de concretizar a transformação da criança em adulto, reduzindo o período da adolescência à duração do ritual. Três são as características dos ritos de passagem:<> a) Implicam numa separação brutal e completa do sujeito em relação a seu mundo infantil e à sua mãe; b) Impõem ao futuro adulto uma identidade sexual única e sem equívocos;<> c) Apresentam sempre uma dimensão de provação, onde o sujeito enfrentará um perigo com ameaça corporal (dor, ferimento e morte), da qual ele sairá vitorioso e fortalecido.<> Estes rituais são variados. Geralmente consistem em fazer o menino sair da casa das mulheres e passar a casa e à companhia dos homens. A iniciação também possibilita o acesso a atividade sexual e determina uma identidade sexual sem ambigüidade. Isso pode explicar a excisão do clitóris das meninas, em algumas tribos, como uma representação da ablação de sua parte masculina.<> Nas sociedades modernas já não há ritos de iniciação e, além disso, verifica-se um alongamento do período da adolescência, provocado pelo prolongamento do tempo de estudo e da conseqüente ausência de funções sociais e profissionais definidas para o jovem.<> Se por um lado isto é bom, pois possibilita ao sujeito uma maior ampliação de suas potencialidades, por outro é ruim, provocando angústia, sofrimento e incerteza quanto ao futuro.<> A falta destes ritos que marcam a passagem para o mundo adulto, podem levar o adolescente contemporâneo a procurar outros meios de acesso rápido a uma identidade, através da formação de grupos marginais (skin heads, grupos funks, punks, tribos urbanas, etc.), objetivando um conforto narcisico para cada um dos membros. O recurso à violência, então observado, representa a luta frenética contra os sentimentos de dependência e depressão.<> Notas Deslocamento - processo psíquico e mecanismo de defesa do eu, que permite a transferência do interesse e do investimento libidinal de uma representação (imagem mnemônica de um objeto) para outra, investida originalmente com pouca intensidade, mas ligada à primeira através de uma cadeia associativa.<> Formação reativa - mecanismo de defesa do eu que leva o sujeito a comportamentos e hábitos de sentido oposto aos seus desejos mais secretos (recalcados). Por exemplo, as demonstrações de afeto exagerado podem esconder sentimentos de hostilidade. Em todos os casos, o que confere o selo de defesa é o caráter exagerado da <> Recalcado - denomina-se recalque a operação psíquica através da qual o sujeito procura repelir ou manter no inconsciente, representações (pensamentos, imagens, lembranças) ligadas a uma determinada pulsão. O recalque produz-se nos casos em que a satisfação de uma pulsão susceptível de produzir prazer ameaça provocar desprazer em relação a outras exigências. <> Supereu ou superego é a instancia psíquica descrita por Freud como o herdeiro do complexo de Édipo, aquela que contem todos as regras e leis transmitidas a criança pelos pais e pela sociedade. <> Narcisismo - Amor da pessoa a si mesma. Para a psicanálise é o produto da fixação da libido ao próprio ego.Se esta fixação persistir em sucessivas fases do desenvolvimento ocorre uma regressão psicossexual e cristaliza-se o tipo narcisista de personalidade. Atribui-se o narcisismo a uma estratégia empregada pelo ego infantil para enfrentar a frustração(que poderá ser usada, regressivamente, em certos estados psicopatológicos da vida adulta), mediante recurso aos mecanismos de introjeção e regressão. Ver mito de Narciso em http://www.geocities.com/Athens/Olympus/7866/narciso.html . <> Libido - Para Freud esta seria uma espécie de energia que funciona como substrato das transformações da pulsão sexual quanto ao objeto (deslocamento), quanto ao alvo(sublimação) e quanto à fonte das excitações sexuais (ersidade das zonas erógenas). Segundo Jung, a libido é a energia psíquica “par excellence”, presente em tudo que é “tendência para”, appetitus.<> Autismo - Estado em que o sujeito se isola dos demais, reduzindo ao máximo sua comunicação interpessoal. Pode ser visto como sintoma da psicose esquizofrênica e na psicose infantil, conhecida como “Autismo Infantil Precoce de Kanner”. <> Relação de objeto - Designa o tipo de relação do indivíduo com o mundo, pode relacionar-se a momentos evolutivos (relação de objeto oral, por exemplo) ou à psicopatologia (relação de objeto melancólica, fóbica, etc.<> Luto - Trata-se do estado psíquico que sucede a uma perda objetal, seja este total (uma pessoa) ou partes desta ou de si mesmo (objeto parcial) <> Risco - Ver o artigo, Suicídio na Adolescência de Ghislaine Bouchard, tradução de Marilita Lucia de Castro, em nossa biblioteca e pesquisar o tema em, http://sites.uol.com.br/gballone/infantil/adolesc1.html<> Leitura sugerida
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